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NOVO MINISTRO DO STF

A Veja desta semana traça em reportagem o perfil do novo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso, eleito na última semana pelos colegas da corte. Peluso toma posse no dia 23 de abril, no lugar do ministro Gilmar Mendes, que tem perfil completamente oposto ao seu. A gestão de Mendes foi marcada por declarações polêmicas e forte atuação no CNJ. Já Peluso é visto como um típico juiz à moda antiga. É discreto em relação à vida pessoal e também na vida profissional.

“Os ministros do STF elegeram como próximo líder da corte o reservado Cezar Peluso, um magistrado de reconhecida formação intelectual, que prefere o silêncio ao holofote”, diz o texto assinado pela jornalista Sofia Krause.

Leia a reportagem
O menino Antonio Cezar Peluso sempre foi o primeiro da classe no Seminário São José, no interior de São Paulo. Disciplinado, persistente e corintiano, estudava para ser bispo quando crescesse. A vida conduziu-o por outro caminho, no qual encontrou Lúcia (sua mulher até hoje), o curso de direito e, ato contínuo, sua verdadeira vocação: a magistratura. Quarenta e quatro anos depois, ele será presidente do Supremo Tribunal Federal – o topo e a consagração da carreira para qualquer juiz.

O paulista Peluso tem 67 anos, os últimos sete consagrados à lida no STF, por indicação do presidente Lula. Na semana passada, obedecendo à tradição de escolher seu líder pelo critério da antiguidade, os ministros do Supremo ratificaram o nome de Peluso para comandar a corte pelos próximos dois anos. Com o cargo, vem também a presidência do Conselho Nacional de Justiça, o prestigioso CNJ, que cresceu em importância nos últimos tempos ao jogar luz nos porões corruptos dos tribunais estaduais e estabelecer metas de produtividade para os juízes. Peluso, o ministro que fala pouco, produz muito e almoça no bandejão servido aos funcionários do Supremo, terá o desafio de substituir Gilmar Mendes, o ministro que não hesitava em emparedar quem confrontasse a corte – e que usou com competência a plataforma do cargo para fortalecer a Justiça.

Gilmar Mendes entrega o comando do Supremo a Peluso em 23 de abril. Nos dois anos em que esteve à frente do cargo, o ministro ajudou a consolidar a corte como contraponto democrático à fragilidade do Congresso diante da força do Executivo. Daí surgiu o chamado "ativismo" do Supremo, que ocupou o vácuo deixado pelos parlamentares, sempre mais envolvidos com emendas e cargos do que com leis e debates. Nesse período, o STF tomou decisões formidáveis, como liberar o uso de células-tronco em pesquisas científicas, acabar com a autoritária Lei de Imprensa, que vigia desde a ditadura militar, e tentar pôr fim à infidelidade partidária. Peluso assume o comando num momento em que mais casos polêmicos se avizinham: o julgamento da legalidade das cotas raciais nas universidades e do casamento de homossexuais.

Peluso tem envergadura jurídica e altivez de espírito para liderar esses difíceis processos. Ele já demonstrou essas virtudes quando foi convocado a dar sua opinião. Entre outros casos, relatou o processo contra o terrorista italiano Cesare Battisti, no qual seu denso voto a favor da extradição prevaleceu – embora, ressalve-se, Lula ainda possa deixá-lo no Brasil. Quem conhece Peluso faz apenas uma advertência: a maior virtude dele pode vir a ser um percalço. Pela natureza polêmica dos casos que tramitam na corte, Peluso terá de contrariar sua índole, deixar o silêncio e sair em defesa do Supremo. Diz um dos ministros mais influentes do STF: "A corte estará em boas mãos. Peluso é um grande juiz. No entanto, deverá se adaptar às exigências do cargo. Não se pode liderar o Supremo em silêncio".

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Projeto Começar de Novo






Na última segunda-feira (22.de fevereiro), foi realizada uma reunião do subgrupo de trabalho destinado a implementar as metas do Projeto Começar de Novo no âmbito do TJAM. O subgrupo tem atuação dentro do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário, regulamentado mediante a Resolução nº 20/2010.

O Projeto Começar de Novo é uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça – CNJ, o qual tem dois focos principais: a capacitação profissional e a reinserção no mercado de trabalho das pessoas condenadas criminalmente (presos, liberados condicionais, egressos e cumpridores de penas alternativas).

O encontro foi realizado no Fórum Min. Henoch da Silva Reis, na Sala do Grupo de Monitoramento, estando presentes a Dra.Telma de Verçosa Roessing, Coordenadora do Subgrupo, Dra. Anagali Marcon Bertazzo, Dr. George Hamilton Lins Barroso e servidores do Poder Judiciário. Ainda, compareceram o Coronoel José Bernardo da Encarnação Neto, o qual também participará das atividades do subgrupo, representando a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos - SEJUS, e os representantes do Conselho da Comunidade, a senhora Cleomar de Paula Lima e o senhor Gilberto Picolo.

No encontro foram expostas as considerações iniciais acerca das atividades realizadas no âmbito do Poder Judiciário e as iniciativas já implantadas por parte do Poder Executivo em relação ao Sistema Carcerário. Ainda, foi discutida a necessidade criação de uma Rede de Reinserção Social unificada do TJAM, buscando-se a formulação de convênio com a Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos – SEJUS, Secretaria Estadual de Assistência Social – SEAS, Secretaria Estadual do Trabalho - SETRAB, Prefeitura Municipal de Manaus através de suas Secretarias Municipais, demais Prefeituras Municipais do Estado do Amazonas, Conselhos da Comunidade, instituições integrantes do “Sistema S”, Pastoral Carcerária, igrejas evangélicas, universidades, organizações civis e empresas públicas e privadas que mantenham relação jurídica contratual com o Poder Judiciário do Estado do Amazonas.

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PF VAI APURAR VAZAMENTO NA PROVA DO EXAME DE ORDEM

A OAB suspendeu a divulgação do resultado da segunda fase do Exame de Ordem por suspeita de fraude. No último domingo (28/2), um candidato que fazia a prova prático-profissional de Direito Penal, em Osasco (SP), foi flagrado com respostas de questões. A divulgação do resultado do exame seria nesta quarta-feira (3/3).

O presidente do Conselho Federal da OAB, Ophir Cavalcante, entregou ao diretor-geral em exercício do Departamento de Polícia Federal, Luiz Pontel de Souza, notícia-crime com base em relato recebido da Comissão de Exame de Ordem da OAB-SP, nesta terça. Ele pediu apuração urgente dos fatos para as devidas providências, "no sentido de resguardar a lisura do certame, que é compromisso da OAB".

Ophir também pediu ao Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB), órgão que elabora e aplica o Exame de Ordem em parceria com a OAB, que instaure sindicância para apuração interna da irregularidade. Um processo administrativo dentro da própria Ordem será aberto.

No próximo domingo (7/3), o Colégio de Presidentes de Seccionais da OAB se reunirá em Brasília para examinar as medidas que serão adotadas em relação à prova. Esse foi o primeiro Exame de Ordem unificado. Quase 19 mil candidato fizeram a prova em 155 cidades do país. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB.

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CHALUB ESCLARECE CONTRATAÇÃO DE ESTAGIÁRIOS NO TJAM






Presidente diz que a empresa Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) foi contratada pelo TJAM para prestar serviços de operacionalização de programa de estágio para estudantes de nível superior

O Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM) mantém em seu quadro 302 estagiários, todos monitorados pela empresa Centro de Integração Escola Empresa (CIEE), que ganhou a licitação do tribunal para administrar e acompanhar o desenvolvimento dos estagiários no trabalho.

A informação foi divulgada pelo desembargador, no início da tarde do dia 22/02, em resposta a um comentário feito em uma coluna de opinião de um jornal da cidade, acusando-o de fazer contratações de estagiários pelo critério do Q.I (quem indica ), inchando a folha de pagamento. “Não é bem assim”, reagiu o presidente do TJAM.

“Houve um processo licitatório em 2002, quando estagiários de nível superior, quando o CIEE ganhou a concorrência, ficando responsável pelo recrutamento de estagiários de nível superior, pelo seu acompanhamento dentro do posto de trabalho e pela divulgação de seu rendimento junto à Faculdade”, explicou o presidente.

Durante a entrevista o desembargador Chalub divulgou uma nota, esclarecendo todo o critério para a contratação dos estagiários. Confira:

Nota do TJAM

Em resposta a nota publicada no 21 de fevereiro de 2010, o Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas tem a informar o seguinte:

1.Após vencer processo licitatório nº 005/2007, a empresa Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) foi contratada pelo Tribunal de Justiça para prestar serviços de operacionalização de programa de estágio para estudantes de nível superior, em diversas áreas, tais como: Direito, Psicologia, Assistência Social, Ciências Contábeis, Geografia, Arquitetura, Arqueologia, Engenharia Ambiental, Odontologia, Administração, Publicidade , Informática.

2.Por meio do referido contrato, o CIEE fica responsável pelo recrutamento, seleção, intermediação e administração de estagiários, incluindo a divulgação, nas instituições de ensino, sobre a abertura e os critérios estipulados pela seleção dos candidatos, no total de 302 (trezentos e duas ) vagas.

3.Para concorrer ás vagas disponíveis, o estudante deve fazer antecipadamente um cadastro no site www.ciee.org.br, ter coeficiente de rendimento igual ou acima de 7.0, não ter a trancada a matrícula nem ter reprovado em disciplinas.

4.Por todo o exposto , conclui-se que, ao contrário do que afirma a nota divulgada pelo Jornal Diário do Amazonas, a contratação de estagiários de TJAM obedece a critérios rigorosamente estabelecidos, oque afasta qualquer possibilidade de favorecimento de candidatos que não se enquadram nos quesitos acima expostos.

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Hospitais Brasileiros

Hospitais no Brasil, cada vez pior, se comparar-mos com o Haiti, podemos achar grandes semelhanças e uma única diferença, lá o governo Brasileiro investe pesado em ajuda em dinheiro vivo e com medicamentos, médicos etc.. sem precisar de aprovação do Congresso ou de quem quer que seja, aqui quem quer que seja, não pode ter uma saúde digna, pois pra cada 1 real liberado pra saúde, tem que ter 5 mil leis que aprovem isso, e ela deve estar pelo menos prevista em 30 projetos orçamentários anuais.

Impostos caros e desumanos é o que o Brasileiro está acostumado a ter, até quando consegue guardar um pouco dinheiro na poupança para sua segurança no futuro, já que a posentadoria vira a cada dia que passa, um sonho distante, vemos o governo ir lá e tributar a poupança, só porque os altos investidores estão deixando de pagar o imposto de renda e IOF sobre as suas aplicações financeiras e viram na poupança sua melhor base de investimento, quem paga o preço disso ? eheheh os pobres é claro.


Estive em São Paulo neste mês de Janeiro, é impressionante o que vemos na maior Capital do País, se não a maior, podemos dizer que é a mais rica com certeza. E por outro lado a mais pobre também, vi muita pobreza de Hospitais, pobreza de médicos, pobreza de gente morando nas ruas 50 milhões de vez a mais do que em comparado com qualquer outra cidade deste país, pessoas morrendo com o lixo entrando pela GUELA, porque não tem um sistema de coleta digna, porque não tem alguém olhando pra cidade e pro povo, agora tem muita gente de olho somente no dinheiro público.

Enquanto tem gente ganhando prÊmio de homem mais influente do planeta, filho do Brasil, temos o povo Brasileiro sendo humilhado nos Hospitais, nas filas de bancos, nas ruas, em todo lugar, mas a noite na hora de dormir, o que agente vÊ mesmo é gente dormindo com uma lata de lixo apoiando a cabeça, deitado confortavelmente sobre uma tonelada de lixo e tudo mais que sai pelos esgotos.

Parabens pela influência Presidente, o povo Brasileiro o admira muito.









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Voce reconhece um Mendigo quando o vê ?








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2010

em breve estarei postando novamente

sds

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Tecnologia na sua casa, em breve

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Novos celulares

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Julgamento de Battisti expõe crise no Supremo

Reportagem de o Estadão deste sábado aponta que o clima de guerra que se instalou no Supremo Tribunal Federal nas últimas semanas, especialmente por causa do processo da extradição do ativista italiano Cesare Battisti, mostra que as relações entre os ministros beiram o vale-tudo, seja nos julgamentos em plenário ou no trato do dia a dia. Em conversas reservadas, há ministros que até xingam colegas por desavenças ocorridas durante os julgamentos. O texto é assinado por Felipe Recondo e Mariângela Gallucci.

Recentemente, ao comentar o caso Battisti, um deles questionou se o autor de determinado voto chegaria ao STF se tivesse de se submeter a exame prévio de sanidade mental. Outro, chamado de "burro" por um de seus pares numa conversa reservada, acusou um terceiro de ser "menino de recado" do presidente do Supremo, ministro Gilmar Mendes.

Esses ataques pessoais e o clima de desconfiança geral nem sempre ficam nos bastidores do tribunal, de acordo com a reportagem. No recém-concluído caso Battisti, o ministro Eros Grau afirmou que colegas abandonavam a razão para julgar o processo com paixão. "Parece que não há condições no tribunal de um ouvir o outro, dada a paixão que tem presidido o julgamento deste caso", afirmou.

A paixão que Eros Grau disse ter dominado o julgamento pode, de acordo com alguns ministros, ser a explicação para fatos estranhos que rondaram o processo. Um deles se refere às divergências entre a ata publicada e o resultado proclamado na primeira sessão de julgamento. A resistência de ministros em aceitar que a maioria do tribunal dava ao presidente da República a última palavra no caso da extradição de Battisti foi outra demonstração de que essa guerra extravasa os bastidores.

Em outros casos julgados no ano passado e neste ano, as desavenças se tornaram elementos dos processos, como o bate-boca entre os ministros Marco Aurélio e Carlos Ayres Britto no julgamento do processo de demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol. Ou da briga entre o presidente do STF e o ministro Joaquim Barbosa, quando discutiam uma lei de Minas Gerais que tratava de servidores públicos, caso que não prometia grandes polêmicas.

"Vossa Excelência não está na rua, não. Vossa Excelência está na mídia, destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro", afirmou Barbosa naquele julgamento, em abril deste ano. "Vossa Excelência quando se dirige a mim, não está falando com os seus capangas de Mato Grosso, ministro Gilmar. Respeite", continuou.

O confronto ríspido tem se tornado habitual na corte. Para alguns ministros, não basta divergir do voto do colega, é preciso atacá-lo. "Respeite meu voto. Não acho que seja adequado criticar o voto alheio. Vossa Excelência classificou meu voto de periférico, como se eu tivesse aqui delirado", reagiu Marco Aurélio, em referência às intervenções de Ayres Britto durante o julgamento da Raposa Serra do Sol.

Teses
A resistência ao argumento alheio se evidenciou no julgamento do caso Battisti, quando Gilmar Mendes demorou a proclamar o resultado, depois que sua tese sobre a obrigação de o presidente da República seguir a decisão do Supremo foi derrotada. Ou quando Cezar Peluso, relator do processo, se recusou a redigir o acórdão sozinho, ao se dizer incapaz "intelectualmente" de relatar a tese contrária ao seu entendimento.

"Olha, eu não fui incapaz intelectualmente de entender o voto dele", reagiu Ayres Britto. O ministro concordou duas vezes, no julgamento de Battisti, com a tese de Peluso. Na última votação, divergiu, votou por deixar a última palavra sobre a extradição ou não do ativista com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Isso é incompreensível? Incompreensível como? Eu estou falando grego?"

Sinal desse jogo de "estica e puxa", como definiu o próprio Ayres Britto durante o julgamento da demarcação da Raposa Serra do Sol, são as pressões nos bastidores por mudança de votos, especialmente em casos polêmicos. Nesses processos, um voto alterado muda por completo o destino de um investigado. A denúncia contra o deputado Antonio Palocci (PT-SP) no processo de violação do sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa, por exemplo, foi rejeitada por 5 votos a 4. Mesmo placar das três votações do caso Battisti - ao julgar ilegal o refúgio, ao autorizar a extradição e ao garantir a Lula a última palavra no processo.

De acordo com ministros, essa projeção que deu um placar apertado na análise do caso Battisti foi a razão de tantas acusações dentro do Supremo de que Ayres Britto estaria sofrendo pressão para mudar seu voto. Acusações que forçaram o ministro, dos mais calmos da atual composição, a elevar o tom. "Eu sou imune a pressão. Quem se meter a me pressionar está perdendo seu tempo. Venha de onde vier esse tipo de pressão", afirmou. "Estou me lixando para os que pensam que me dobram."

fonte: Conjur

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